os créditos sobem pesados
como grandes sacolas de presente
ah eles podiam ter avisado
que nos assombram e perseguem
os pacotes devolvidos
a paz de espírito por um videocassete
cujos cabeçotes são repetidamente salvos
pelas fitas limpas em defesa das sujas
mas não sem mastigar antes
toda aquela família com cabeças
de cone
9.6.09
laços de fita quando mastigada pelo videocassete
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5 welcome roxy:
já disse isso outras vezes, mas acho o teu lance uma coisa assim muito bonita.
Achei que você gostaria: http://www.poetryfoundation.org/archive/poem.html?id=171465
nada com nada
tudo com tudo
Oi Ana!
Já disse que gosto muito dos seus textos. Meio malucos, para mim, devo dizer... e ótimos. Assino o RSS do seu blog, aí leio os posts pelo google reader. Contudo, raras vezes dou uma passadinha, in loco. Hoje aproveito para deixar este meu testemunho.
Ando ensaiando umas linhas também, gostaria que você desse uma olhadinha lá, bem de vez em quando, para ver com andam minhas pernas... hehehehe.
O mundo precisa mais deste tipo impressão: um sentimento forte, analítico, coisa que somente a poesia consegue espremer da realidade.
Meu blog andava meio morto, mas este mês 'nunca antes na história deste blog' (hahahaha), vou 'produzir' muito.
Apreciaria muito o seu prestígio. Não estou mendigando visita não!!!
Admiro muito este seu talento, seu e de outros. Muito sucesso para você nos seus intentos!
Um abraço saudoso e 'saudadoso'.
Deini Porto
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