13.9.10

calor no inverno

até calafrios de febre
podem substituir ventiladores
quando faz calor em pleno inverno
e alguém esquece de puxar os fios
do frio

a cidade e todos que conhecemos
não andam se entendendo
nós, ao contrário da cidade,
quase sempre lavamos sozinhos
e com capricho
os cabelos

5 comentários:

carla (pedro de sá) disse...

ana, apareça lá no ping up deixe seus des-gostos =] injurias, comentários lamúrias e análises lacônicas =]

Renato disse...

Suas poesias são verdadeiros pastiches do modernismo; simulacros destituídos de inserções inovadoras, você sucumbe à genuflexão de temáticas que já foram exauridas por Drummond, Oswald, Paes etc. Não há problema em estabelcer relações intertextuais e introjetar alguns procedimentos estilísitcos por meio dos quais esses poetas erigiam seus poemas, o que faz de você uma DILUIDORA (Terminologia cunhada por Ezra Pound em seu livro ABC da literatura, termo que designa poetas que fazem da tradição 'arremdos' de suas produções, sem qualquer dado provido de originalidade) é a ausência de elementos inventivos, seus poemas não se contemporaniezaram, talvez por seu apego à poesia CONCRETA, que viceja com pujança em seus poemas, procure promover uma assepsia parcial em sua produção. Não precisa pulverizar os espectros modernistas, mas tente incutir uma modernidade MODERNA em seus versos brancos e, no entanto, tão maculados por um processo de 'aculturação' cega.

Nina disse...

Comentário acima: euri!

Lívia Inácio disse...

Comentário acima: euri![2]

Thiago Cestari disse...

que malucão esse renato, MALUCÃO.

nós, ao contrário do renato,
não te enchemos o saco.